APCEP - Associação Portuguesa para a Cultura e Educação Permanente
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Reunião da Comissão Diretiva da APCEP
 
No passado dia 11 de Março, na parte da manhã, reuniu-se a Comissão Diretiva da APCEP, para eleição dos seus presidente e vice-presidente e do Conselho Executivo, para o mandato de 2017 e 2018.
 
Para os lugares de presidente  e vice-presidente da Comissão Diretiva foram eleitos, respetivamente,  Manuel Lucas Estêvão e  Paula Guimarães (Vice-Presidente). O Conselho Executivo passa a ser integrado por Alberto Melo (Presidente), Teresa Gonçalves (Secretária), Susana Oliveira (Tesoureira), Lucília Salgado e Manuela Paulo (Vogais).

Foram ainda debatidas, na reunião, as finalidades da APCEP e as principais linhas de orientação dos projetos e atividades a desenvolver em 2017. De entre estes destacaram-se duas linhas de atuação consideradas particularmente pertinentes no momento que se vive. 

Por um lado, reconheceu-se a importância da atuação da APCEP como grupo de pressão junto de instituições e atores políticos, cuja necessidade foi particularmente sentida por ocasião do lançamento dos Centros Qualifica, inseridos numa política pública de educação de adultos centrada quase exclusivamente no aumento dos níveis de escolarização, qualificação profissional e da empregabilidade da população ativa em Portugal.

Por outro, considerou-se uma outra importante linha de atuação, centrada no desenvolvimento de atividades de educação permanente pela Associação, bem como pelos seus Círculos Regionais e Círculos Temáticos que, na linha do que foi realizado em 2016, deverá manter-se em 2017, assente na inclusão de todos os adultos, também daqueles que, sendo mais idosos, menos escolarizados e estando mais isolados, não encontram espaços de participação e fruição cultural.

Do decorrer do debate entre os associados foi sobretudo referido o aspeto limitado (embora importante) de lançamento de mais Centros Qualifica sem estarem integrados num Plano geral, abrangente e adequado à população adulta, sobretudo de baixas qualificações escolares. Nesse sentido, alertou-se para a ineficácia de programas de educação de adultos utilizadores do modelo escolar tradicional em vez de se basearem nos seus processos de aprendizagem respeitando os modos de transmissão, apreensão e partilha dos saberes com que os adultos desenvolveram competências ao longo da sua vida. 
Salientou-se, ainda, a necessidade de alargar o envolvimento da sociedade civil de carater local que, através de projetos solidários, respondem às suas necessidades, devendo o Estado, na perspetiva preconizada pelas organizações internacionais, reconhecer, financiar e ter como parceiros estes organismos de base territorial. 
Foi ainda referida a importância de não restringir a resposta da educação de adultos apenas aos domínios imediatos de emprego e formação profissional.
 
 
 



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